Peixe Passarim, 2024
Plataforma pantográfica para uso público.
Dimensões Variáveis.

Em uma viagem à Floresta Amazônica durante uma das maiores enchentes, naveguei pelas águas de um rio bem cheio. Os pequenos barcos navegavam pelas copas das árvores, tanto o rio tinha subido. Que alma era aquela que vivia na água e na copa das árvores ao mesmo tempo?

De maneira a transpor parte desta experiência para o contexto urbano, nasceu Peixe Passarim. Ao subir, a plataforma mecânica pantográfica faz alusão a um grande rabo de peixe, permitindo que o público descubra as camadas da Mata Atlântica, tornando-se um quase pássaro. Ao olhar para o outro lado, os espectadores têm uma outra perspetiva do parque Augusta, este espaço público conquistado por meio de diversas mobilizações e lutas populares, de extrema importância social e ambiental para a cidade de São Paulo.